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Viu? É para isso mesmo que o app é perfeito.

Parece ótimo. Ahhh, não quero não!
versificar
Te desejo uma fé enorme. Em qualquer coisa, não importa o quê. Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias. Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estiver doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. Se não tiver, a gente inventa. Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma. Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Caio Fernando Abreu.  (via versificar)
Fonte: luvcry
petrificuss-blog
Em coro, admito: você é mais bonita que um solo do Jimmy Page, que um verso do Cartola, que a voz da Nina Simone, que um álbum dos Beatles, que os olhos do Chico. Quando a gente se encaixa, o refrão fica tão mais bonito. É a mesma sensação de passear na beira de um lago em algum jardim no mês de maio. Em Paris, talvez. Eu, sol bemol; você, fá sustenido; e a gente se toca no mesmo arranjo. Cá entre nós: até um lá menor fica maior aqui, quando estamos juntos no mesmo acorde.
Eu me chamo Antônio. (via petrificuss-blog)
sigacontagioverbal

Se queres me matar de amores

terceiroato

Se queres me matar de amores
Musa dos meus versos com cheiro de livro novo
Saibas: Meu peito tem velhice e cheiro de mofo
Mas meus versos trazem sempre as tuas cores.

Se queres um gentil apaixonado
Tens-me ainda logo cedo
Meu coração desconhece todo o medo
Meus olhos buscam o teu olhar iluminado.

Se queres me matar sorrindo
Com tal cuidado e afeto que me tem dado
Com cartas de saudades e beijos de adeus.

Meu bem, não se demores, logo vou indo
Me beije logo quando estiver partindo
Que eu regresso para o gosto dos lábios teus.

Heitor Henrique.

São Paulo, agosto de 17.

Fonte: terceiroato
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